Douglas Cartagena Pereira

Região Funcional 1

Porto Alegre

Malabarista Acrobata Comedor de Fogo Acrobata Aéreo Perna de Pau Técnica de som sem DRT Costura Pirofagista Pesquisa Circense Contrarregragem

 
Sobre
Douglas Cartagena é artista circense, malabarista e produtor cultural da cidade de Porto Alegre. Formado em Gestão em Artes Circenses e de Agentes Culturais pelo IFRS e no Núcleo de Formação Ampliada para o Artista de Circo pela Cia Catavento. É artista integrante de coletivos como Clã Aradia e Cia Subversáteis. Participou de projetos artísticos, sendo eles: "RAWR: Uma História sobre Ecologia e Amorosidades" (Virada Sustentável de Porto Alegre 2020), "Tempo-Atempo" (Edital Emergencial de Porto Alegre 2020), "Tribo da Luz" (Fundação Marcopolo 2021), "3o Festival de Artistas de Rua" (2021), "Circo no Bairro" (Fumproarte 2022), "Circo Lúdico para as Escolas com Circo Mariotti" (Agudo/RS 2022), "Um Sonho que Resiste" (Fumproarte 2023), "Acromix para Todos" (Acromix Circus 2024), “Levanta a Cena Circense RS” (Acromix Circus 2024), "O Melhor Presente de Natal" (Acromix Circus 2025) e "Uma andorinha só não faz verão" (Garganimações 2026). "Contornando o Arco-íris" (Melhor Número Circense no Prêmio Açorianos de Circo 2024) "Aetheris" (Melhor Performer de Acrobacia no Prêmio Açorianos de Circo 2025).
Projetos
Tempo-Atempo
Tempo-Atempo: Uma Viagem Atemporal A obra é um vídeoarte produzida e idealizada pelo artista Douglas Cartagena em parceria com a Flor de Figo Produções. Trata-se de uma performance audiovisual que se utiliza de elementos do circo, da dança e da edição de vídeo para criar uma atmosfera surrealista que conduz o público em uma viagem no tempo. Baseada na teoria das cordas, onde existem pelo menos 3 dimensões espaciais, a dramaturgia segue uma estrutura triádica e passa por 3 dimensões diferentes, enquanto atravessa planos imateriais na busca de outras definições de tempo. A jornada se dá através de portais circulares, já que, uma das relações existentes entre as teorias do tipo, é a chamada “Dualidade-T”, e considera que a propagação das cordas ocorre em torno de uma “dimensão extra circular”. As cenas foram gravadas em diferentes espaços da cidade de Porto Alegre e região metropolitana em locais que marcaram a vida do artista, como um ato simbólico de celebração de diferentes etapas do seu processo de desenvolvimento pessoal. Os figurinos são do inventário da Cia Subversáteis, tendo sido alguns de confecção própria. A maquiagem, a caracterização de adereços e as gravações externas, foram feitas pelo artista em cena, auxiliado por sua família. As demais gravações e edição de vídeo foram feitas através da parceria audiovisual com Photopaes. A trilha sonora foi construída com músicas de direitos autorais livres e montada por Douglas Cartagena. Suas influências estéticas são diversas e vão desde o faroeste, ao neon e ao futurismo de uma época elevada, relacionando a tecnologia com a nossa ancestralidade. Dirigida pelo próprio protagonista e gravada em Setembro de 2020 para o Edital Emergencial de Auxílio à Cultura de Porto Alegre -cidade natal do ator- esta foi sua primeira criação artística no contexto pandêmico. Realizou-se através de parcerias com outros profissionais da cultura que, à época, não estavam sendo remunerados, mas seguiram se mobilizando através de uma rede mútua de apoio. Todo o trabalho foi feito de forma voluntária com o propósito de reativar a economia de trocas e facilitar o processo de adaptação ao meio virtual dentro de uma rede de agentes culturais em situação de vulnerabilidade social. Este videoarte já participou da programação de outros eventos virtuais, como: FIC-SP, 2º Encuentro Latinoamericano de Circo LGBTQIA+, Festival de Circo Drag - BRILHE e LAB-GO.

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Around the hoops
"Around the Hoops" é o mais recente capítulo da pesquisa artística desenvolvida por Douglas Cartagena, artista circense que investiga as relações entre tempo e movimento. Neste fragmento, o artista assume a figura de um viajante que atravessa mundos por meio de portais criados por bambolês, conduzindo o público por uma jornada composta por luzes, formas circulares e paisagens imaginárias, explorando a simbologia do círculo como elemento primordial: o ciclo, o infinito, o cosmos e a unidade de todas as coisas. Entre manipulações de bambolês e experimentações corporais e com estética sensorial onde o circo encontra a psicodelia. Número integrante do espetáculo coletivo "Uma Andorinha Só Não Faz Verão" (2026). O trabalho dá continuidade a uma linha de pesquisa iniciada em Tempo-Atempo (2020), desenvolvido através do Edital Emergencial de Porto Alegre, aprofundada em Atempora (2021), trabalho de conclusão do Núcleo de Formação Ampliada para Artistas de Circo (NUFAAC), e expandida em "Contornando o Arco-Íris" (2024), obra vencedora do Prêmio Açorianos de Circo na categoria Melhor Número Circense e "Aetheris" (2025), reconhecida com o Prêmio Açorianos de Circo de Melhor Performer de Acrobacia.

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